1.7 GW de fontes renováveis
Fontes de Energia por Capacidade
Geração de Energia e Setor Energético da Dinamarca
A Dinamarca, com o código DNK, é um país reconhecido por suas políticas inovadoras e sustentáveis no setor de energia. Desde a década de 1970, o país tem buscado diversificar suas fontes de energia e reduzir a dependência de combustíveis fósseis, o que o levou a se tornar um líder mundial em energias renováveis. A transição energética da Dinamarca é um exemplo notável de como um país pode se adaptar a novas realidades ambientais e econômicas.
A matriz energética dinamarquesa é composta principalmente por fontes renováveis, com uma ênfase significativa na energia eólica. O país é um dos maiores produtores per capita de energia eólica do mundo, tendo investido substancialmente em parques eólicos onshore e offshore. Até 2020, cerca de 47% da eletricidade da Dinamarca era gerada por energia eólica, e o governo tem como meta aumentar essa participação nos próximos anos, buscando alcançar 70% de redução das emissões de gases de efeito estufa até 2030.
Além da energia eólica, a Dinamarca também investe em outras fontes renováveis, como a energia solar e a biomassa. A energia solar tem crescido rapidamente, impulsionada por incentivos governamentais e pela diminuição dos custos de instalação de painéis solares. A biomassa, que é utilizada principalmente em usinas de aquecimento e em centrais elétricas, representa uma parte significativa da geração de energia, contribuindo para a redução das emissões de carbono.
O setor energético dinamarquês é caracterizado por um sistema elétrico altamente integrado e interconectado, tanto nacionalmente quanto com os países vizinhos, como Alemanha e Suécia. Esta interconexão permite a troca de eletricidade, o que ajuda a estabilizar a rede e a maximizar a utilização de fontes renováveis. A Dinamarca também tem investido em tecnologias de armazenamento de energia, como baterias e hidrogênio verde, para lidar com a intermitência das fontes renováveis.
A política energética da Dinamarca é orientada por uma série de objetivos ambiciosos, que incluem não apenas a expansão das energias renováveis, mas também a eficiência energética. O país implementou regulamentos rigorosos para promover a eficiência em edifícios, indústrias e transporte. Medidas como a melhoria do isolamento térmico em edifícios e a promoção de veículos elétricos têm sido fundamentais para a redução do consumo de energia e das emissões de carbono.
Além disso, o governo dinamarquês tem incentivado a participação dos cidadãos e das comunidades na produção de energia. Muitas cooperativas de energia foram estabelecidas, permitindo que os cidadãos se tornem parte ativa na transição energética. Essa abordagem não apenas aumenta a aceitação pública das políticas energéticas, mas também contribui para o fortalecimento da economia local.
Em resumo, a Dinamarca é um exemplo exemplar de como um país pode transformar seu setor energético em direção a um modelo sustentável e de baixo carbono. Com a combinação de políticas inovadoras, investimentos em tecnologia e um forte compromisso com a energia renovável, a Dinamarca está bem posicionada para liderar a transição energética global nas próximas décadas.
Usinas de Energia
| Nome da Usina | Tipo | Capacidade | Ano |
|---|---|---|---|
| Avedoerevaerket (Avedøre) | Coal | 815 MW | 1999 |
| Usina de Asnaes | Coal | 787 MW | 1975 |
| Studstrupvaerket | Coal | 730 MW | 1970 |
| Usina de Nordjylland | Coal | 716 MW | 1989 |
| Kyndbyvaerket | Oil | 664 MW | 1990 |
| Enstedvaerket | Coal | 626 MW | 1979 |
| Usina de Esbjerg | Coal | 407 MW | 1992 |
| Anholt | Wind | 399.6 MW | 2013 |
| Skaerbaekvaerket | Gas | 392 MW | 1997 |
| Central Elétrica Fyns | Coal | 362 MW | 1984 |
| Stigsnaesvaerket | Coal | 264 MW | 1970 |
| Amager power station | Coal | 218 MW | 1982 |
| Amager | Geothermal | 218 MW | 2000 |
| Horns Rev B | Wind | 209.3 MW | 2010 |
| Roedsand 2 | Wind | 207 MW | 2010 |
| Roedsand 1 | Wind | 165.6 MW | 2003 |
| Horns Rev A | Wind | 160 MW | 2002 |
| H.C. Ørsted | Gas | 98 MW | 2010 |
| Herning CHP | Biomass | 88 MW | 2009 |
| Svanemølle | Gas | 81 MW | 1985 |
| Klim Fjordholme | Wind | 67.2 MW | 1996 |
| Lerchenborg | Solar | 61 MW | 2016 |
| Randers | Coal | 52 MW | 1999 |
| Nees 1-4 | Solar | 51 MW | 2012 |
| Vandel | Solar | 50.4 MW | 2019 |
| Rejsby Hede | Wind | 23.4 MW | 1995 |
| Hagesholm | Wind | 23 MW | - |
| Samso | Wind | 23 MW | 2003 |
| Sprogo | Wind | 21 MW | 2009 |
| Middelgrunden | Wind | 20 MW | 2000 |
| Nørre Økse Sø | Wind | 17.3 MW | 2012 |
| Ronland 1 | Wind | 17 MW | 2003 |
| Aalborg | Solar | 16.6 MW | 2015 |
| Hollandsbjerg | Wind | 16.5 MW | 2002 |
| Avedore Holme | Wind | 11 MW | 2009 |
| Holbæk | Solar | 10 MW | 2012 |
| Bornholm | Solar | 10 MW | 2012 |
| Falster | Solar | 10 MW | 2012 |
| Bodilsker | Solar | 10 MW | - |
| Langelinje | Solar | 10 MW | - |
| Læsø | Solar | 10 MW | - |
| Hjørring | Solar | 10 MW | 2012 |
| Draeby Fed | Wind | 9.2 MW | 2010 |
| Frederikshavn | Wind | 8 MW | 2003 |
| Vindeby | Wind | 5 MW | 1991 |
| Tuno Knob | Wind | 5 MW | 1995 |
| Sonderjylland | Solar | 2.1 MW | 2013 |
Mostrando 47 de 47 usinas